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DATAS HISTÓRICAS DE BARRA DO CORDA

  MÊS DE OUTUBRO   Ø Dia 1º (1917) – Morre, em Barra do Corda, o Cel. Manoel Ferreira de Melo Falcão, próspero comerciante e figura de relevo na história de Barra do Corda;   Ø Dia 2 (1942) – Nasce, em Barra do Corda, o político Fernando Figueira Falcão, prefeito municipal de Barra do Corda de1973 a 1976;   Ø Dia 3 (1992) – Morre a professora e militante política barra-cordense Hildenê Gusmão Castelo Branco, a primeira mulher a eleger-se à Assembleia Legislativa do Estado e que ficou conhecida como a “Joana D’Arc Maranhense”;   Ø Dia 6 (1890) – Celebrada pelo Pe. Anunciato Servídio a 1ª Missa na antiga Matriz de Barra do Corda, ocasião em que foi solenemente benzida;   Ø Dia 6 (1926) – Morre, em Barra do Corda, o comerciante, educador e ex-prefeito de Barra do Corda Luís Rodrigues de Miranda Leda;   Ø Dia 8 (1929) – O Dr. José Lucas Mourão Rangel, Juiz de Direito de Barra do Corda, concede alistamento eleitoral à primeira ...

A COLUNA PRESTES NO SUJAPÉ

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        A Coluna Prestes foi o mais importante dos movimentos militares ocorridos no Brasil durante a segunda década do século XX, contribuindo para a desestruturação da República Velha, que culminaria com a “Revolução de 1930”. No Maranhão, a “Marcha Invicta” viveu seus melhores momentos, pelo menos com relação à receptividade por parte das vilas e cidades por onde passou. Isto em decorrência, sobretudo, do abandono com o qual o Governo do Estado sempre tratou o sul maranhense. A posição geograficamente privilegiada de Barra do Corda atraía a atenção dos revolucionários que ambicionavam estabelecer nela uma base fixa a partir da qual conquistariam o Estado. Contra ela investiram, mas as forças da milícia estadual e do Exército os repeliram. No entanto, registra-se que cerca de 250 homens em todo o Estado incorporaram-se aos revoltosos, arregimentados por dois fazendeiros: Manoel Bernardino e Euclides Neiva. A população interiorana, composta por um grande número ...

O CETICISMO NA POESIA DE CLODOALDO CARDOSO

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“Que eu me estafe a correr pela rima impecável, Pela frase sutil, pela forma que à Ideia Dá roupagens, beleza, e uma graça perene”. C.C.     Clodoaldo Cardoso nasceu em Barra do Corda, Maranhão, no dia 7 de agosto de 1894. Vai fazer sua estreia poética, em livro, em 1926 e, semelhantemente aos demais poetas de sua geração, cultiva a musa parnasiana, com poemas de estrofes variadas, dando primazia ao soneto alexandrino, sempre com a preocupação da rima e metrificação. Admirador de Bilac, vai seguir as pegadas do mestre, assimilando “o lutar – que em tortura redunda – pelo verso perfeito e brilhante”, de preferência “à leveza infecunda do rimar sem trabalho”. Carlos Reis, prefaciando o “Florões”, percebe seu “anseio torturante de perfeição”, enquadrando-o numa fase de transição a que alguns chamam de neoparnasiana, mas sem característica definida. Por outro lado, Clovis Ramos, para quem os “parnasianos do Maranhão” foram, em verdade, “uns românticos”, o situa entre o...